Capitulo 1
O Pesadelo
Arthur
acordará com um sobressalto, os cabelos loiros grudados em mechas na testa
molhada de suor, o rosto pálido como cera de vela, os enormes e azulados olhos
azuis arregalados de medo e espando, o peito subia e descia em uma incrível
velocidade para dentar capturar a maior quantidade de ar que seu pulmões
necessitavam naquele momento, ele sentia as costas da sua mão arderem como se
tive-se sito queimado a ferro quente, a marca de nascença nas costas de sua mão
direita estava brilhando em um vermelho vivo como se tivesse acabado de ser
marcado. Ele levantou a mão direita e com a mão esquerda esfregou fortemente
para que a ardência passasse, mas não passou.
Pelo
enorme berro de medo que o Arthur tara, ele acabou acordando toda sua família.
A porta de seu quarto se escancarará com uma enorme violência, fazendo o pobre
garoto virar o rosto assustado para a direção da porta e observando a figura de
seis seres obscurecidos pelas sombras da noite. Uma destas criaturas aproxima a
mão do interruptor e liga e acende a luz. Pelo fato de seus olhos estarem
acostumados muito tempo no escuro, o menino de cabelos loiro cerrou os olhos
pela forte iluminação do quarto, passado algum tempo depois que seus olhos se
acostumaram pela claridade da luz elétrica de seu quarto, o menino pode
distinguir finalmente as estranhas criaturas em seu quarto, eles eram seus pais
e seus irmão mais velhos.
- O
que aconteceu Arthur? - perguntou sua mãe assustada se aproximando da cama de
seu filho de 10 anos de idade que ainda estava visivelmente assustado.
- E
... Eu tive... Um ... Pesadelo - disse o garoto ainda dentando recuperar o
fôlego perdido pelo susto que o pesadelo lhe terá.
O pai
se aproximou do filho caçula e o examinou do rosto até as mãos que se
esfregavam incessantemente.
-
Posso ver sua mão direita Arthur? - pediu o pai carinhosamente ao filho de 10
anos. Quanto Arthur mostrou a mão direita ainda tremendo pela intensidade do
medo que ele sentirá e pela dor que ainda não sumirá, o brilho que a marca de
nascença emanava ainda era intenso como uma brasa ainda quente.
- Pai é normal uma marca de nascença brilhar
assim? - perguntou o garoto ainda assustado.
- Bem
... É...- o pai olhou em volta e viu o cabo do abajur desencapado que tinha
acabado de estragar. - Provavelmente você teve ter tocado no fio do abajur
enquanto você estava dormindo.- respondeu o pai meio que dentando esconder os
fatos não só do filho caçula mas também dos outros filhos.
-
Você teve um pesadelo? Me conde tudo que você se lembrar- disse o pai para o
menino assustado. Todos que estavam no quarto de Arthur olharam para o pai
assustados e sem entenderem nada.
Depois
ta longa narrativa que Arthur terá de seu estranho sonho para todos em seu
quarto, a mãe olhou para o pai depois para o filho de 10 anos e depois para os
outros filhos mais velhos e com um sorriso, ela disse:
-
Bem! Por que não descemos para a cozinha e tomamos um chá de camomila para
aliviar a tensão desta noite? - perguntou a mãe para todos que estavam no
quarto de Arthur para dentar desconversar e tirar a atenção deles da história
macabra que o filho de 10 anos lhes acabará de contar.
Todos
já se encontravam na cozinha e já estavam todos sentados na mesa no meio da
cozinha.
-
Muito bem!- disse a mãe de Arthur servindo o chá para todos na mesa. A mãe de
Arthur tinha cabelos loiros longos, olhos azuis que pareciam com oceanos em um
dia de frio, lábios carnudos e vermelhos, rosto fino e belo que transmitia
serenidade e compaixão com seu doce e meigo sorriso e um corpo de uma mulher
ainda na flor da idade, seios de tamanho médios mas rígidos e mamilos ainda
duros marcando levemente a sua camisola de seda, ela possui uma par de coxas
bem torneadas e belas para uma mulher já beirando os 40 anos. Ela se chamava
Raquel Olitrisk, não é um sobrenome muito comum mas neste mundo o que é comum?
Mesmo sendo nosso mundo é um mundo cheio de coisas estranhas e misteriosas. Já
o pai se chamava José Olitrisk, ele tinha longos cabelos loiros, olhos
castanhos como avelãs, uma barba loira de porte médio e bem aparado, seu rosto
era o rosto de um homem com seu 40 e poucos anos de idade, seu corpo era magro
mas forte com uma musculatura forte e bem definida e delineada, ele estava de
pijamas de flanela azuis e como aquela noite era uma noite muito quente ele
usava uma camiseta de manga curta e um shorts de flanela, ele era um médico bem
conceituado e brilhante.
Além
de Arthur eles tinham mais quatro filho, Guinevere que era dois anos mais velha
que Arthur, Merlin e Morgana que eram gêmeos e tinham 15 anos de idade e
Lancelot que era o mais velho dos cinco filhos e tinha acabado de completar 17
anos de idade e estava terminando o terceiro ano do colegial e estava se
preparando para a faculdade de Farmácia.
-
Pai, eu posso não entender muito ainda de medicina e do corpo humano, mas
aquilo que aconteceu com a marca de nascença de Arthur não foi normal e muito
menos calçada por uma descarga de energia provocada pelo cabo elétrico corroído
do abajur na cômoda da cama de Arthur.- disse Lancelot também assustado e
desconfiado de alguma coisa que seus pais estavam lhes escondendo.
- A
manhã a gente conversa sobre isso, ok? Vocês tem aula a manhã de manhã então
tratem de subirem para seus quartos e irem dormir- ordenou a mãe para os cinco
filhos assustados.
Logo
depois dos cinco filhos subirem para seus quartos e dormirem, Raquel
imediatamente encarou seu marido com seus olhos azuis, José se sentou na frente
dela e também a olhou com seus olhos castanhos. Ele viu que ela estava com medo
e assustada com tudo aquilo que tinham visto e escutado de Arthur.
- O
que faremos José ? Se for verdade o que Arthur disse?- perguntou Raquel ao
marido ainda assustada e quase chorando.
- Eu
não sei querida. Se for verdade que Shura fora morto por um servo dele.- disse
o marido com a voz tremula só de lembrar das coisas terríveis que seu mundo
natal estava passando, das guerras dos Deuses Guerreiros - Mas Arthur só deve
ter tido um pesadelo. E aquilo teve ser só um pesadelo, só isso.
Raquel
olhou para seu marido e agora seus olhos estavam marejados de lagrimas que
escorriam pelas suas bocejas agora mais pálidos e tristes.
- Não
foi só Arthur que teve esse sonho- disse a esposa enxugando as lagrimas que
escorriam silenciosas por suas bochechas - Você mesmo viu as marcas de nascença
dos outros quatros brilharem, só que eles estavam tão apavorados com a historia
que Arthur contou que acabaram esquecendo do brilho que a marca de nascença
deles estavam emanando naquele momento.- disse a esposa ainda olhando espantada
para seu marido.
José
a olhava com ternura e perspicácia, o medo também estava estampado em seu rosto
mas tentava não demonstrar a ela. Achava que as cinco crianças estariam
protegidas naquele mundo onde o poder de Embalos não poderia alcança-las, mas
estava terrivelmente enganado. Ele subestimará o poder negro do Senhor do Caos
e Destruição.
- Não
chore Anaria.- disse José usando o nome verdadeiro de sua esposa. Anaria era
uma Anastia ou também conhecidos como Guardiães dos Tesouros eram uma espécie
de criaturas que poderiam se transformar em humanos ou outras criaturas
dependendo do que eles tinham que proteger.
- Oh!
Grafon. Estou com muito medo. Me apeguei aos filhos do rei e da rainha dos
Deuses Guerreiros. Deste que Arthur era um bebê, Gwen era uma menina de dois
anos, Merlin e Morgana tinham cinco anos e Lancelot tinha sete anos. Me
apaixonei no instante em que os vi. Eu sei que sou uma Anastia e que vui
convocada para ser a guardiã deles e você é um guerreiro Karmanico um dos mais
poderosos guerreiros Karmanincos que se tem noticias e por quem me apaixonei no
instante em que trouxe as cinco crianças
que tiveram suas memórias bloqueadas pelo poder dos senhores do Chagrans
Sagrados que eram liderados pelo maior
usuário da magia vermelha também conhecida como magia do elemento fogo Shura
Kabalos.- chorou Anaria ao chamar o marido pelo nome verdadeiro dele, as
lagrimas novamente escorriam por seu rosto e pingavam na mesa.
Grafon
não podia suportar em ver sua amada chorando daquele jeito, então foi que ele
percebeu que ela estava escondendo alguma coisa importante dele.
Anaria
olhou para o chão triste e infeliz, quando sentiu os dedos fortes de seu amado
companheiro lhe acariciando seu belo e fino rosto delicadamente.
-
Olhe em meus olhos Anaria.- disse Grafon calmamente para sua esposa e com seu
dedo indicador debaixo do queixo dela, delicadamente a levantou para que seus
olhos azuis encarasem os olhos castanhos e guerreiros de seu marido. - O que
você está escondendo de mim Anaria?- perguntou a ela mas ainda docemente mas em
um tom preocupado.- Por favor me conte e não me esconda nada.
Anaria
olhou para os olhos destemidos de guerreiro mas cheios de amor e compaixão dos
olhos castanhos e preocupados de seu marido. Ela mordeu o lábio inferior com
medo do que iria revelar ao seu marido, mas ela não conseguia mais segurar
aquele segredo terrível dentro dela, aquilo a estava enlouquecendo-a fazia muito
tempo, então ela respirou fundo e contou. A reação de seu marido foi o
esperado, ao escutar aquilo imediatamente ele se levantou e foi até o
escritório e pegou a antiga espada presa na parede, ao tocar em seu cabo a
espada velha e carcomida pela ferrugem brilhou imediatamente ao toque da mão de
seu dono, a espada era do tipo de uma espada medieval com corte nos dois lados
da lamina cintilante, estranhas inscrições apareceram em toda a superfície da
lamina, mas ao sentir o toque da mão delicada e amorosa de sua esposa, ele
virou rosto para ela e ela balançou negativamente para ele, então removendo a
mão do cabo da espada ela voltou ao estado que antes se encontrava. Então ele
abraçou sua esposa fortemente e com muito amor e a beijou na boca enquanto lagrimas
escorriam tristemente por seu delicado e belo rosto. E naquela noite os dois se
amaram como nunca.
Na
manhã seguinte. Todos já tinham se levantado as 6:30 da manhã. Os filhos
estavam se arrumando para o colégio naquela manhã pacata e ensolarada. Lancelot,
e os gêmeos Merlin e Morgana já estavam na cozinha se preparando para o
desjejum da manhã, enquanto esperavam os mais novos se arrumarem, Gwen e
Arthur. Gwen já tinha se arrumado e já estava na cozinha, mas Arthur ainda
estava em seu quardo se arrumando. Raquel viu Gwen se sentando na mesa mas não
viu o filho caçula:
-
Gwen!- Raquel chamou sua filha de doze anos de idade , a menina olhou a e a
encarou.
-
Sim! Mamãe o que foi?- perguntou a garota de cabelos encaracolados e loiros que
estavam amarrados em um rabo de cavalo muito bonito.
-
Aonde está o Arthur?- perguntou a mãe para a filha.
- Ele
ainda está apavorado pelo pesadelo que ele teve noite passada.- respondeu a
menina voltando seus olhos para seu prato e começando a pegar um pedaço de
mamão e colocando um pouco de aveia em cima ta fruta.
Raquel
olhou para seu marido e os dois olharam para cima. Raquel fez sinal para que
José fosse para o quarto de Arthur e conversa-se com o garoto sobre o pesadelo
que ele tivera a noite passada. José dobrou o jornal e o colocou em cima da
mesa e subiu as escadas em direção para o quarto de Arthur, chegando lá ele
bateu levemente na porta aberta para sinalizar que ele estava lá. Arthur ao
ouvir a leve batida na porta aberta o garoto virá a cabeça para a porta para
ver seu pai, os olhos do menino estavam vermelhos e inchados de dando chorar.
- Oi,
filho!- disse o pai calmamente para o filho que estava chorando. - Posso
entrar?- perguntou o pai para o garoto que agora estava sentado na cama o
encarando.
-
Pode sim!- respondeu o menino as lagrimas escorriam por suas bochechas douradas
como o sol.
-
Arthur. Aquilo foi só um pesadelo, não tem nada de mais em um pesadelo.- disse
o pai tentando acalmar o filho.
- Mas
.... Pai... Foi tão real.- soluçou a garoto agora olhando para frente enquanto
seu pai se sentava ao lado dele. - Era como se eu estive-se lá assistindo a
tudo aquilo e eu não pode-se fazer nada para salva-lo. E sem contar no brilho e
na ardência da minha marca de nascença. O senhor acha isso normal?- perguntou o
menino ainda assustado.
José
não sabia o que disser ao seu filho naquele momento, sabendo que Arthur e os
outros quatro não eram seus filhos, mas isso ele e Raquel não tinham contado
nada a eles até então. E provavelmente eles nunca iriam ter este privilégio
para contar toda a historia para eles. Então José disse colocando a mão sobre o
ombro esquerdo do garoto e com força uma força que não fosse forte o bastante
para machucar mas forte o bastante para mostrar ao seu filho que seu pai estava
lá se ele precisa-se. Mas a certas coisas no mundo que é melhor não saber do
que saber. José então sorriu com ternura e confiança e disse:
-Filho!
Você vai esquecer isso não se preocupe, está bem? Vá comer e vá para a escola
que isso vai ocupar sua mente e fazê-lo esquecer da noite passada.- disse José
se levantando e indo até a porta. O menino se levantou e enxugou o rosto todo
molhado de lagrimas e de olhos inchados, mas o menino não exibia nenhum
sorriso, só exibia medo e preocupação, e passando pelo pai o menino disse sem
olhar para o pai:
- Tenho medo que o senhor e a mamãe morram.- respondeu o
garoto sem excitação.
- Arthur. Eu e sua mãe não vamos morrer só por causa de
um pesadelo.- disse José com um sorriso amarelado no rosto que dentava
disfarçar o medo e a preocupação que naquele momento ele estava sentindo. Os
dois desceram para a cozinha e Arthur foi até a mesa junto com seus irmãos e
começou a comer um pão e uma fruta e beber leite.
Lancelot, já tinha terminado de tomar seu café da manhã e
olhou para seu pai que estava em pé ao lado da mãe que estava na pia lavando a
louça.
- Pai. Nós podemos conversar?- perguntou o filho mais
velho de 17 anos para o pai que o encarou olhou e se aproximou dele.
- Claro meu filho pode perguntar- disse o pai se sentando
do lado de Lancelot.
- O que essas coisas querem disser? A marca de nascença
de Arthur meu dos gêmeos e da Gwen brilhando e ardendo como se estive-se sido
queimado com ferro quente e o sonho estranho que Arthur teve. O que tudo isso
quer disser?- perguntou o menino mais velho assustado e preocupado com seus
irmãos mais novos. Mas o pai só balançou a cabeça e respondeu:
- A gente fala sobre isso mais tarde, está bem?- disse o
pai para o filho que estava muito preocupado e curioso com isso tudo que tinha
acontecido na noite passada.
- Mas pai...-
- Depois Lancelot. Depois a gente fala sobre isso, agora
vocês tem aula. Eu e tua mãe não queremos que você e seus irmãos cheguem
atrasados na escola. Depois quando vocês chegarem nós conversaremos mais sobre
isso.- disse o pai batendo de leve no ombro de seu filho mais velho e com um
sorriso calmo e confiante.
Logo depois que os cinco saíram, José e Raquel se entre
olharam e balançaram a cabeça em uma negativa. No ponto de ônibus, os cinco
estavam comentando coisas sobre a noite passada. Arthur que estava quieto não
participava do debate com seus irmão, ele estava pensativo e concentrado em
seus próprios pensamentos, quanto foi que ele sentiu as costas da mão arderem
como se tivesse se queimado outra vez e a marca de nascença em forma de uma
espada encravada em uma rocha começou a brilhar além de arder como fogo. Arthur
levantou seus olhos azuis e ainda assustados para a frente para o outro lado da
rua quando de repente ele a vista um estranho homem careca, de olhos brancos,
pele pálida tão pálida que lembrava a pele de um morto as veias estavam bem
nítidas na pele branca do estranho homem que usava uma estranha roupa, o menino
ficou estático no lugar observando o estranho homem no outro lado da rua o encarando,
seu sangue gelou quando ele olhou para aquele assustador homem careca e de pele
quase translúcida, mas o que chamou mais a atenção dele para o estranho e
assustador homem foi a tatuagem em sua testa em forma de uma foice. O homem
pálido levantou sua pálida mão para Arthur em sinal de querer pegar o garoto,
mas por causa da distancia ele só ficou movimentando os dedos e abrindo a boca
que exibia duas fileiras de dentes assustadoramente pontiagudos e muito afiados
para o garoto, o menino vendo aquilo começou a sentir seu coração batendo muito
rápido e ele sentiu o seu sangue ser drenado de sua face e mãos e um frio
sobrenatural penetrando em sua pele, o garoto teu uns dois passos para trás e
tropeçou no pé de Lancelot que o segurou antes do menino cai-se no chão.
- O que foi Arthur?- perguntou Lancelot para seu irmão
mais novo ao ver seu rosto sem cor e seu corpo tremendo sem controle do medo
que acabará de sentir naquele momento.
- Tem um homem estranho do outro lado da rua nos
observando.- disse o menino assustado. Merlin olhou para o outro lado da rua e
disse:
- Arthur, não ah nenhum homem estranho do outro lado da
rua.-
- Para com isso Arthur, você é muito criança. Você só
teve uma merda de um pesadelo e pesadelos não são reais.- disse Gwen brava por
seu irmão de dez anos ainda estar pensando naquele sonho estranho da noite
passada
- Parem com isso vocês dois. O ônibus acabou de chegar,
vamos logo para a escola por que hoje vocês tem prova- disse Morgana para
Arthur e Gwen que eram os mais jovens dentre eles e Merlin e Lancelot já
estavam dentro do ônibus a espera deles.
No colégio, Arthur estava na aula de Educação Física
jogando futebol que era um dos seus esportes preferidos, como o basquete e o
vôlei. Mas naquela manhã o professor lhes falará para jogar futebol. Arthur
estava jogando futebol com seus colegas de classe, Arthur era magro mas com
musculatura definido e rasgado para um garoto de sua idade. Não muito longe da quadra de esportes onde se
encontrava Arthur, haviam um grupo de garotos marginalizados que só arrumavam
encrenca e confusão com os outros estudantes mais novos e mais fracos. Como a
quadra era aberta Arthur viu o grupo de garotos mais velhos e maiores mexendo
com os mais novos, o menino loiro na quadra olhou para aquela cena e ficou
olhando, o menino loiro de olhos azuis profundos começou a sentir a pele de seu
rosto ficar avermelhado de raiva, o sangue a ferver com pura raiva da cena que
estava presenciando naquele momento, Arthur odiava desigualdade e por isso ele
perdia a paciência com facilidade.
O menino foi até o treinador e disse:
- Professor! O senhor não vai fazer nada, com aqueles
garotos marginais?- perguntou Arthur para o professor indicando com o dedo o
grupo de garotos marginais mexendo com um outro estudante.
Ao ver aquela cena e os garotos encrenqueiros, o
professor observou que o garotos marginais tinham a pele branca como porcelana,
olhos vermelhos, olheiras roxas debaixo dos olhos vermelhos como de alguém que
não dorme a semanas então constatou-se que aquele garotos estavam sobre efeito
de drogas, mas ele não sabia de que quais drogas eles estavam sobre efeito,
pela agressividade era possível que eles estivessem usado anfetaminas que
aumenta a atividade cerebral e conseqüentemente aumentavam a agressividade dos
usuários. Então o professor voltou-se para Arthur e disse:
- Não se meta com aqueles
garotos Arthur.-
- Mas, professor eles estão mexendo com um aluno, eles
estão batendo nele e se eles o matarem?- disse Arthur preocupado com o garoto
sendo brutalmente espancado pelos meninos drogados, aquela cena só fez o menino
ficar ainda mais enraivecido e com o sangue ainda mais quente, então a marca de
nascença nas costas de sua mão direita começou a brilhar novamente, a ardência
naquele momento era insignificante comparado com a raiva que ele estava sentindo naquele
momento, o ar começou a ficar mais agitado, o vento começou a sobrar com mais
poder fazendo as folhas das árvores agitarem com mais força, o silvo do vento
transpassando a quadra de esportes aberto, todos os alunos e o professor
observaram está mudança subida no vento, os céus azuis agora obscurecidos por
enormes nuvens cinzas que pareciam com nuvens de chuvas cinza e carregadas de
partículas, moléculas e gotas de água se formando para começar a chover, mas
pelo que o professor escutará na televisão e na radio, naquele dia o dia
inteiro iria ser um dia azul e sem nuvens, um típico dia de verão e o céu
estava azul e sem uma nuvem, mas agora parecia que uma tempestade estava se
formando sobre eles naquele momento, isso tirou a atenção por um momento de
Arthur e ninguém viu que a marca de nascença da mão de Arthur estava brilhando,
um brilho laranja avermelhado e ficando cada vez mais intenso e mais brilhante.
Era possível ver ao longe os relâmpagos se formando nas
nuvens seguidos de perto por fracos sons de trovão, mas os relâmpagos e os
trovões iam se aproximando da escola e da quadra. Quanto a tempestade se formol
e os relâmpagos e os trovões chegaram na escola, a tempestade que se formara
sobre a escola era tão poderosa que os raios que se desprendia das enormes e
inchadas nuvens começaram a descer em direção primeiramente dos postes de
energia elétricas fazendo os postes explodirem e liberando faísca conforme os
postes explodiam quanto eram atingidos pelos raios, os alunos começaram a ficar
assustados, o professor também estava assustado ele nunca tinha visto nada como
essa tempestade em toda sua vida, era tão sobrenatural e tão violenta que foi a
primeira vez na vida do professor que ele sentiu medo de uma tempestade. Mas o
professor tinha que ser forte pelos alunos, ele precisava chamar os alunos para
um local seguro e longe daquele ataque de raios mortais da tempestade, quando
ele tomou coragem, já era tarde de mais os raios acerdaram um dos alunos em cheio,
o raio desceu como uma mortífera lança mantada por deus para eliminar a todos,
quando o raio atingiu o pobre menino fora tão forte e potente que foi possível
observar como em uma radiografia de corpo inteiro todos os ossos do menino
atingido pelo raio, milhares de voltes passavam pelo corpo do garoto que se
contorcia violentamente enquanto suas fibras musculares eram arrebentadas pela
violência da descarga elétrica, estourando suas veias e artérias e seus nervos
eram rompidos pela poderosa descarga elétrica que atravessou o corpo do garoto
levanto-o a morte instantaneamente. Mas isso não vez com que os garotos
marginais parassem de espancar e de bater no pobre garoto na quadra.
O corpo de Arthur estava começando a emanar um brilho
próprio como um vaga-lume, a sensação de formigamento e calor que se
concentrava nas costas de sua mão no local da marca de nascença em forma de uma
espada engravata em uma rocha começara a se espalhar por todo seu corpo como se
seu corpo estivesse em braças e o forte brilho que emanava da marca de nascença
também começou a se radiar para todo seu corpo formando uma espécie de aura,
seus olhos azuis agora com contornos dourados em volta dos azuis de seus olhos,
os cabelos loiros que antes eram curtos agora se encontravam compridos e ainda
mais dourado que o natural, seu magro mas com a musculatura definida começou a
dar um leve tonificação e fazendo os músculos ficarem ainda mais destacados,
mais definidos e mais em amostras, enquanto as gotas de chuva molhavam todos e
tudo em sua volta, ele permanecia seco, como se seu corpo estivesse com uma
temperatura acima de 100 graus Celsius, não tava tempo nem das gotas tocarem a
superfície de seu corpo que já evaporavam formando uma leve neblina
fantasmagórica ao seu redor, enquanto que o professor ajudava a pegar os alunos
para não serem atingidos pelos mortais raios que desciam das nuvens de chuvas
sobrenaturais, ninguém reparou no que estava acontecendo com o aluno de cabelos
loiros e profundos olhos azuis.
Era como se Arthur estivesse dormindo ou entrasse, ele
não tinha controle sobre seu corpo, era como se uma misteriosa força estivesse
controlando as ações de Arthur por conta própria, ele põem a bola de futebol no
chão e com seu pé direito ele da um poderoso chute fazendo os músculos de suas
coxas e panturrilha tarem uma leve inchada, mas a bola é disparada com a força
e a potencia de uma bola de canhão que acabara de ser disparada contra os
meninos marginais, os garotos que estavam espancando o outro garoto indefeso
estavam tão entretidos em bater no menino que não viram a bola encoberta por
uma fraca aura dourada indo na direção deles, quando uma dos meninos marginais
vê a bola indo na direção deles já era tarde demais para eles o único que
consegue escapar era o menino indefeso que consegue se levantar e ainda
cambaleando ele corre até um muro e se esconde atrás dela para se proteger.
Quanto a bola envolta pela misteriosa aura dourada atinge um dos meninos
marginais, a bola libera um poderoso clarão que cega a todos que estavam por
perto e provocando uma enorme explosão deslocando o ar em várias direções,
espalhando terra e rochas em todas as direções, e os rapaz marginalizados
tinham desaparecidos do local, no lugar em que eles se encontravam só havia uma
misteriosa cratera esfumaçada. Depois disso Arthur começou a voltar ao normal,
seu cabelo voltou a ficar curto, o contorno dourado de seus olhos azuis
desaparecera, a luz que cobria seu corpo desaparecerá e o formigamento que
tinha se espalhado pelo seu corpo também desaparecerá, e o por último o brilho
e o formigamento nas costas de sua mão estava diminuindo e antes de
desaparecer, Arthur viu novamente o mistérios e assustador homem de pele pálida
como cera de vela, olhos brancos e tatuagem de uma foice na cabeça careca.
Arthur olhou para a assustadora aparição pálida e com a tatuagem de uma foice
na testa, ele sentiu novamente o suor escorrer por seu rosto, quanto
uma gota do suor caiu sobre seus olhos fazendo ele fechá-los por um
segundo, ao abrir novamente a aparição já não se encontrava mais ali, em
questão de menos de um segundo a aparição tinha desaparecido do local e o
brilho e o formigamento de sua mão tinham desaparecidos no mesmo instante que o
misterioso homem tinha sumido.
A misteriosa tempestade sobrenatural que tinha surgido
rapidamente desaparecerá com a mesma velocidade que ela surgirá. Quanto tudo já tinha voltado a sua
normalidade, Arthur, Gwen, Merlin, Morgana e Lancelot foram para casa sem entender o que realmente
tinha acontecido naquele dia estranho. Já estava escuro, quando eles saíram da
escola ao caminho de casa, ambos os cinco estavam com uma estranha sensação na
boca do estômago que subia para o peito e apertava seus corações como se alguma
coisa muito ruim tive-se acontecido com seus pais. Ao chegarem em frente da
casa deles, viram todas as luzes apagadas e sem sinal de seus pais dentro de
casa, um olha para o outro e a sensação de aperto no coração parece aumentar,
eles então com cuidado começam a andar em direção a porta de entrada da casa. A
porta estava entra aberta, Lancelot que estava na frente dos demais, fala:
- Vocês ficam aqui! Se estiver tudo bem lá dentro eu
chamo vocês. Mas por enquanto vocês quatro ficam aqui fora esperando o meu
sinal. Está bem?- Lancelot perguntou ao seus irmãos mais novos. Os quatro
acenaram as cabeças em sinal de concordância.
Lancelot com cuidado e sem fazer muito barulho empurra a
porta para dentro para terminar de abri-la, ao entrar no primeiro aposento a
escuridão dominou seus olhos obscurecendo a sua vista com um negrume cegante.
Ele estendeu sua mão para o interruptor ao lado da porta para poder ascender a
luz para poder fazer a escuridão sumir e para que pode-se ficar melhor para
enxergar por onde andava sem esbarrar nos objetos no chão. Ao ver que a luz não
ascendia, Lancelot voltou para a porta de entrada para poder chamar seu irmãos.
- Vamos entrem.- chamou ele para seus irmãos mais novos.
- Alguém tem alguma lanterna na mochila?- perguntou para seus irmãos.
- Eu tenho.- respondeu Merlin abrindo sua mochila e tirando
de dentro uma lanterna de ferro que ele havia comprado para o acampamento que
ele e Morgana iriam fazer no fim de semana no Bosque Ankos. Merlin estendeu a lanterna ao irmão
mais velho. Lancelot ao pegar a lanterna da mão de Merlin, ele vê um vulto
passa pelo umbral da porta que sai da sala de recepção e levava para o
corredor, ele liga a lanterna e iluminar o local em que ele avistará o vulto
passar.
- Todos vocês atrás de mim.- ordenou Lancelot aos seus
irmãos.
- O que você viu Lance?- perguntou Gweneviere assustada
dando pela escuridão em que a casa se encontrava como pelo brusco movimento que
seu irmão mais velho havia feito para poder ver o vulto passar pelo corredor.
- parece que vi alguma coisa passar pelo corredor.- disse
ele ainda iluminando o corredor.
- Ei Lance. Ilumine aqui a parede- pediu Morgana ao
Lance. O irmão mais velho virou-se com a lanterna em mãos e iluminou a parede
em que Morgana e seus outros três irmãos se encontravam. Na parede se
encontravam misteriosas marcas de arranhões que circundavam todo o cômodo, ao
passar a luz da lanterna pelo lado esquerdo da porta que levava para o
corredor, eles viram manchas e marcas de mãos feitas de sangue, Gwen, Arthur,
Morgana e Merlin ficaram assustados com as manchas e as marcas de mãos
ensangüentadas na parede. Gwen e Arthur pelo fato de serem mais novos eles se
assustaram e começaram a chorar de medo ao verem os arranhões e as marcas de
sangues deixadas na parede do aposento de entrada. Lancelot por ser o mais
velhos dos cinco, ele se segurava mas ele também estava assustado com aquela
cena assustadora, era como se ele estive-se em uma cena de algum tenebroso
filme de terror.
Morgana e Merlin se aproximaram de seus irmãos mais
jovens e os abraçaram. Todos eles sem exceções estavam assustados e com muito
medo. Lancelot foi até onde os seus outros quatros irmãos se encontravam e os
abraçou também.
- Tudo vai ficar bem. Nós cinco estamos juntos, vamos
encontrar o papai e a mamãe e ver o que aconteceu por aqui.- disse Lancelot
tentando ser forte para poder dar suporte e mostrar confiança aos seus irmãos
mais novos. Mas no fundo ele também estava assustado e com medo do que eles
poderiam encontrar pela frente.
Os cinco irmãos seguiram pelo corredor escuro, a única
coisa que iluminava o corredor escuro era a luz precária da lanterna na mão de
Lancelot que seguia o caminho a frente. O corredor seguai em li reta, passando
a escada que levava ao secundo andar onde ficava os quartos deles. No fim do
corredor havia a porta do escritório do pai, onde saia uma fina luz da porta
entre aberta. Lancelot observou pouca coisa do escritório pela fresta da porta,
os mais novos não conseguiam observa nada de trás dos mais velhos. Lancelot
levantou lentamente a mão livre da lanterna e empurrou a porta para abri-la, ao
abrir se deparou com uma cena horripilante saída de um filme de terror.
O escritório estava todo bagunçado como que um tornado
tivesse passado por ali, livros despedaçados, moveis quebrados, objetos
destruídos, papéis rasgados ainda caiam no chão. As paredes estavam rachadas,
janelas trincadas e sangue ajudava ainda mais a cena horripilante e
assustadora. Em frente da escrivaninha encontrava-se um corpo totalmente
mutilado, as vísceras saindo do local onde antes ficava as pernas, o estranho
sangue escuro escorria pelas vísceras que se espalhavam pelo chão e ligavam a
parte superior com a parte inferior do corpo mutilado. Lancelot entrou seguido
por seus irmãos, que ao verem a cena ficaram assustados e tremendo de medo do
corpo mutilado no chão.
- Que coisa é essa?- perguntou uma das irmãs,
provavelmente Morgana quem perguntará.
- Não sei! Não da para ver o rosto dele. Mas temo que
seja o papai.- disse Lancelot sem saber o que disser para seus irmãos mais
novos. Merlin ao entrar já foi direto ao corpo e puxou o rosto para poder ver
quem estava no chão em frente deles. Ao chegar perto do corpo lentamente,
Merlin parou estagnando o passo quanto a cabeça se móvel e encarou cada um dos
cinco garotos. Todos os cinco pararam de espanto quanto a cabeça se virou para
eles, o rosto do corpo era o rosto do pai deles de José.
Quanto a cabeça se moveu e encarou eles, os olhos abertos
azuis gelo os olhava um sorriso feliz e alegre mas fraco e quase sem vida
apareceu nos lábios vermelhos do pai. Com uma voz fraca ele disse:
- Lancelot, Morgana, Merlin, Gwenever e Arthur...- disse
o pai que agora possuia olhos azuis e penetrantes - ...Meus filhos...- disse
ele quanto um filete de sangue azul escuro escorria pelo canto da boca enquanto
sorria, o sangue mais lembrava de tinta azul- ... Eu ... Gostaria muito... que
eu e a mãe de vocês tivessemos mais
tempo para poder ex... explicar as coisas a vocês... cof- ele geme e tosse quanto mais sangue sai de
sua boca- ... mas meu tempo é curto... e
não vou agüentar por muito mais tempo cof...cof- ele tosse mais e mais negro
sangue escorre pelos lábios e pelo queixo. Lancelot, Morgana, Merlin, Gwenever
e Arthur tão um passo para trás ao ver o corpo do pai falar com eles mesmo na
situação deplorável em que se encontrava.
- ... Hum endento que vocês estão assustados.... Mas eu
não tenho muito tempo...- disse José para eles. José dentava do fundo de sua
alma arranjar forças para manter-se vivo o tempo suficiente para falar o que
ele tinha que falar antes da chegada do guardião negro de Enbalos para levar
sua alma imortal para a eterna tortura que ele prometera ao cavaleiro a muitos
e muitos anos atrás.
Com uma força inacreditavel José disse:
- ... Eu não sou o pai de vocês... como vocês podem
ver... mas isso você irão descobrir... a mãe de vocês foi a primeira a ser
morta...- disse ele com uma força inacreditável vinda de algum lugar que ele
desconhecia, ele estendeu a mão e apontou para um canto atrás deles. Os cinco
garotos se viraram e viram com espanto o corpo despedaçado da mãe deles, mas
não se parecia nada com a mãe deles, ela parecia com uma coisa meio puxado para
o felino, ela ainda tinha formas humanas mas seus olhos eram olhos de gatos com
fendas no lugar das circulares pupilas humana e sua íris era de uma cor azul
esbranquiçada e os cabelos eram negros como a noite e cacheados. Todos os cinco
não podiam acreditar que era a mai deles, mas ela tinha o rosto da mãe, ela
tinha o rosto rasgado por uma enorme garra, seus braços haviam desaparecido,
suas pernas também haviam desaparecido e da sua barriga havia um enorme rasgo
por onde saia as vísceras dela com um
sangue verde e brilhoso. Lancelot e os demias irmãos se viram para encarar o pai adotivo deles.
- Quem é você?- perguntou Lancelot assustado.
- ... Eu sou o pai de vocês...- disse José fazendo um
tremendo esforço para poder ficar vivo e esclarecer pelo menos o fato dos cinco
irmãos serem seus filhos adotivos-... Quero disser... sou pai adotivo de
vocês...-disse ele se esforçando ao maximo para continuar falando, seu rosto
começou a ficar mais pálido que parecia ser impossível de ficar, riscos escuros
começaram aparecer em baixo de seus em forma de redangulos que saiam da parte
de baixo dos prepulcios e desciam pelas bochechas brancas com se fossem de
ceramca- ... Eu e a mãe de vocês não somos seus reais pais... éramos apenas os
guardiães... que foram chamados para protege-los... do mal que assola o nosso
mundo...- mas suas últimas forças já estavam se esvaindo mais depressa do que
podia arranjar, ele tinha que ser rápido. Pelo menos mostras o objeto que podia
lhes contar toda a historia para eles-... Eu não tenho muito tempo...- disse o
homem cortado ao meio estendido no chão, quanto sentiu suas últimas forças
desaparecendo de seu corpo todo pálido e cheio de riscos prestos por toda
parte. José só teve forças para apontar para um velho livro, para o único livro
na instantes, o livro estava intacto, mas era um livro muito velho de capa toda
maltratada. Lancelot e os outros olharam para o livro que o pai tinha apontado
e depois voltaram a olhar para o corpo mutilado e dilacerado do pai e da mãe
que tinham começado a virar pó quando uma poderosa rachada de vento
sobrenatural invadiu o escritório e sobrou seus corpo já sem vida e brilho,
para além mundo transformando-os em pós e dos pós em nada.
Os cinco garotos sentiram aquele estranho frio
sobrenatural e quanto se viraram para a janela quebrada atrás da escrivaninha
eles viram três dos mais grandes e assustadores lobos que eles já tinham
vistos. Cada um dos três lobos deveriam ter pelo menos três metros de
comprimento por dois de largura, em sua cabeça coberta por espessos pelos
negros haviam três olhos, dois nos locais normais e um terceiro no meio da
testa os três olhos brilhavam verdes e vermelhos emanando medo e fúria
incontroláveis, suas enormes mandíbula escancaradas exibiam os maiores dentes
que os cinco irmãos já tinham visto em suas vidas. Lancelot mandou que os
quatro irmãos mais novos saíssem correndo, enquanto ele pegava o livro antigo
da estante e saiu correndo logo atrás dos quatro. Os três enormes lobos negros
entraram para dentro do escritório destruindo as paredes com seus enormes
corpos e seguiram os cinco garotos para fora da casa.
Os cinco irmãos
tinham acabado de saírem correndo pela porta da frente da casa quando os três
monstruosos lobos negros os seguiam para fora da casa, os cinco garotos não
pararam de correr, nem ousaram olhar para trás. Todos os cinco, mesmo com o
medo crescente dentro deles crescendo a cada minuto que eles corriam pela rua escura
do bairro em que moravam, eles não pararam de correr, eles estavam correndo o
mais rápido que podiam dos enormes lobos negros, alguma coisa além do medo que
eles tinham posionavam suas pernas a correrem mais e mais rápido, mesmo eles
sentindo cansaço e dores fortes nas pernas eles não pararam, eles atravessaram
o quarteirão e os lobos atrás destruíam tudo e todos que encontravam em seu
caminho. Os cinco irmãos só pararam quanto chegaram a um terreno baldio onde
havia uma antiga e estranha porta de carvalho com estranhos entalhes e
ranhuras. Mas esse descanço não durou muito quando os rosnados e latidos dos
três monstruosos cães negros foi bem próximo do esconderijo deles. Os três
enormes lobos de pelugem negras pularam para dentro do terreno baldio onde os
cinco garotos e a porta se encontravam. O irmãos ataram a correrem novamente em
direção a misteriosa porta, suas pernas os estavam levam para lá como se elas
tivessem vida própria. Lancelot estendeu a mão para a maçaneta dourada da
maciça porta. Os três lobos correram e saltaram na direção deles cinco,
Lancelot agarrou a maçaneta e antes dos três monstruosos lobos negros os
pegarem. Lancelot abre a maciça porta e
ele e seus quatro irmãos atravessam para dentro da porta aberta e de onde uma
estranha luz branca saia de dentro daquela estranha e maciça porta de carvalho
muito antiga. Quanto atravessaram para dentro da porta a porta se fechou atrás
do último que tinha atravessado e com um forte baque e pelos fortes murros
solavancos dados pelos monstruosos animais a eles se viraram para olhar para a
porta que tremia por mais algum estandes depois parou.
Os cinco irmãos cansados e agora a
salvos sentaram no chão olhando para a porta estranho e antiga cheia de
ranhuras que eles cinco tinham acabado de atravessar. Quanto eles cinco ficaram
mais calmos e relachados por estarem a salvos daqueles três monstros, é que
eles perceberam que eles não estavam mais no terreno baldio.
- Onde nós estamos?- perguntou
Arthur olhando para a estranha e assustadora paisagem árida e seca do estranho
deserto vermelho.
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