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sábado, 13 de abril de 2013

Capitulo 1


Capitulo 1

                                     O Pesadelo

            Arthur acordará com um sobressalto, os cabelos loiros grudados em mechas na testa molhada de suor, o rosto pálido como cera de vela, os enormes e azulados olhos azuis arregalados de medo e espando, o peito subia e descia em uma incrível velocidade para dentar capturar a maior quantidade de ar que seu pulmões necessitavam naquele momento, ele sentia as costas da sua mão arderem como se tive-se sito queimado a ferro quente, a marca de nascença nas costas de sua mão direita estava brilhando em um vermelho vivo como se tivesse acabado de ser marcado. Ele levantou a mão direita e com a mão esquerda esfregou fortemente para que a ardência passasse, mas não passou.
            Pelo enorme berro de medo que o Arthur tara, ele acabou acordando toda sua família. A porta de seu quarto se escancarará com uma enorme violência, fazendo o pobre garoto virar o rosto assustado para a direção da porta e observando a figura de seis seres obscurecidos pelas sombras da noite. Uma destas criaturas aproxima a mão do interruptor e liga e acende a luz. Pelo fato de seus olhos estarem acostumados muito tempo no escuro, o menino de cabelos loiro cerrou os olhos pela forte iluminação do quarto, passado algum tempo depois que seus olhos se acostumaram pela claridade da luz elétrica de seu quarto, o menino pode distinguir finalmente as estranhas criaturas em seu quarto, eles eram seus pais e seus irmão mais velhos.
            - O que aconteceu Arthur? - perguntou sua mãe assustada se aproximando da cama de seu filho de 10 anos de idade que ainda estava visivelmente assustado.
            - E ... Eu tive... Um ... Pesadelo - disse o garoto ainda dentando recuperar o fôlego perdido pelo susto que o pesadelo lhe terá.
            O pai se aproximou do filho caçula e o examinou do rosto até as mãos que se esfregavam incessantemente.
            - Posso ver sua mão direita Arthur? - pediu o pai carinhosamente ao filho de 10 anos. Quanto Arthur mostrou a mão direita ainda tremendo pela intensidade do medo que ele sentirá e pela dor que ainda não sumirá, o brilho que a marca de nascença emanava ainda era intenso como uma brasa ainda quente.
            -  Pai é normal uma marca de nascença brilhar assim? - perguntou o garoto ainda assustado.
            - Bem ... É...- o pai olhou em volta e viu o cabo do abajur desencapado que tinha acabado de estragar. - Provavelmente você teve ter tocado no fio do abajur enquanto você estava dormindo.- respondeu o pai meio que dentando esconder os fatos não só do filho caçula mas também dos outros filhos.
            - Você teve um pesadelo? Me conde tudo que você se lembrar- disse o pai para o menino assustado. Todos que estavam no quarto de Arthur olharam para o pai assustados e sem entenderem nada.
            Depois ta longa narrativa que Arthur terá de seu estranho sonho para todos em seu quarto, a mãe olhou para o pai depois para o filho de 10 anos e depois para os outros filhos mais velhos e com um sorriso, ela disse:
            - Bem! Por que não descemos para a cozinha e tomamos um chá de camomila para aliviar a tensão desta noite? - perguntou a mãe para todos que estavam no quarto de Arthur para dentar desconversar e tirar a atenção deles da história macabra que o filho de 10 anos lhes acabará de contar.
            Todos já se encontravam na cozinha e já estavam todos sentados na mesa no meio da cozinha.
            - Muito bem!- disse a mãe de Arthur servindo o chá para todos na mesa. A mãe de Arthur tinha cabelos loiros longos, olhos azuis que pareciam com oceanos em um dia de frio, lábios carnudos e vermelhos, rosto fino e belo que transmitia serenidade e compaixão com seu doce e meigo sorriso e um corpo de uma mulher ainda na flor da idade, seios de tamanho médios mas rígidos e mamilos ainda duros marcando levemente a sua camisola de seda, ela possui uma par de coxas bem torneadas e belas para uma mulher já beirando os 40 anos. Ela se chamava Raquel Olitrisk, não é um sobrenome muito comum mas neste mundo o que é comum? Mesmo sendo nosso mundo é um mundo cheio de coisas estranhas e misteriosas. Já o pai se chamava José Olitrisk, ele tinha longos cabelos loiros, olhos castanhos como avelãs, uma barba loira de porte médio e bem aparado, seu rosto era o rosto de um homem com seu 40 e poucos anos de idade, seu corpo era magro mas forte com uma musculatura forte e bem definida e delineada, ele estava de pijamas de flanela azuis e como aquela noite era uma noite muito quente ele usava uma camiseta de manga curta e um shorts de flanela, ele era um médico bem conceituado e brilhante.
            Além de Arthur eles tinham mais quatro filho, Guinevere que era dois anos mais velha que Arthur, Merlin e Morgana que eram gêmeos e tinham 15 anos de idade e Lancelot que era o mais velho dos cinco filhos e tinha acabado de completar 17 anos de idade e estava terminando o terceiro ano do colegial e estava se preparando para a faculdade de Farmácia.
            - Pai, eu posso não entender muito ainda de medicina e do corpo humano, mas aquilo que aconteceu com a marca de nascença de Arthur não foi normal e muito menos calçada por uma descarga de energia provocada pelo cabo elétrico corroído do abajur na cômoda da cama de Arthur.- disse Lancelot também assustado e desconfiado de alguma coisa que seus pais estavam lhes escondendo.
            - A manhã a gente conversa sobre isso, ok? Vocês tem aula a manhã de manhã então tratem de subirem para seus quartos e irem dormir- ordenou a mãe para os cinco filhos assustados.
            Logo depois dos cinco filhos subirem para seus quartos e dormirem, Raquel imediatamente encarou seu marido com seus olhos azuis, José se sentou na frente dela e também a olhou com seus olhos castanhos. Ele viu que ela estava com medo e assustada com tudo aquilo que tinham visto e escutado de Arthur.
            - O que faremos José ? Se for verdade o que Arthur disse?- perguntou Raquel ao marido ainda assustada e quase chorando.
            - Eu não sei querida. Se for verdade que Shura fora morto por um servo dele.- disse o marido com a voz tremula só de lembrar das coisas terríveis que seu mundo natal estava passando, das guerras dos Deuses Guerreiros - Mas Arthur só deve ter tido um pesadelo. E aquilo teve ser só um pesadelo, só isso.
            Raquel olhou para seu marido e agora seus olhos estavam marejados de lagrimas que escorriam pelas suas bocejas agora mais pálidos e tristes.
            - Não foi só Arthur que teve esse sonho- disse a esposa enxugando as lagrimas que escorriam silenciosas por suas bochechas - Você mesmo viu as marcas de nascença dos outros quatros brilharem, só que eles estavam tão apavorados com a historia que Arthur contou que acabaram esquecendo do brilho que a marca de nascença deles estavam emanando naquele momento.- disse a esposa ainda olhando espantada para seu marido.
            José a olhava com ternura e perspicácia, o medo também estava estampado em seu rosto mas tentava não demonstrar a ela. Achava que as cinco crianças estariam protegidas naquele mundo onde o poder de Embalos não poderia alcança-las, mas estava terrivelmente enganado. Ele subestimará o poder negro do Senhor do Caos e Destruição.
            - Não chore Anaria.- disse José usando o nome verdadeiro de sua esposa. Anaria era uma Anastia ou também conhecidos como Guardiães dos Tesouros eram uma espécie de criaturas que poderiam se transformar em humanos ou outras criaturas dependendo do que eles tinham que proteger.
            - Oh! Grafon. Estou com muito medo. Me apeguei aos filhos do rei e da rainha dos Deuses Guerreiros. Deste que Arthur era um bebê, Gwen era uma menina de dois anos, Merlin e Morgana tinham cinco anos e Lancelot tinha sete anos. Me apaixonei no instante em que os vi. Eu sei que sou uma Anastia e que vui convocada para ser a guardiã deles e você é um guerreiro Karmanico um dos mais poderosos guerreiros Karmanincos que se tem noticias e por quem me apaixonei no instante em que trouxe  as cinco crianças que tiveram suas memórias bloqueadas pelo poder dos senhores do Chagrans Sagrados que eram  liderados pelo maior usuário da magia vermelha também conhecida como magia do elemento fogo Shura Kabalos.- chorou Anaria ao chamar o marido pelo nome verdadeiro dele, as lagrimas novamente escorriam por seu rosto e pingavam na mesa.
            Grafon não podia suportar em ver sua amada chorando daquele jeito, então foi que ele percebeu que ela estava escondendo alguma coisa importante dele.
            Anaria olhou para o chão triste e infeliz, quando sentiu os dedos fortes de seu amado companheiro lhe acariciando seu belo e fino rosto delicadamente.
            - Olhe em meus olhos Anaria.- disse Grafon calmamente para sua esposa e com seu dedo indicador debaixo do queixo dela, delicadamente a levantou para que seus olhos azuis encarasem os olhos castanhos e guerreiros de seu marido. - O que você está escondendo de mim Anaria?- perguntou a ela mas ainda docemente mas em um tom preocupado.- Por favor me conte e não me esconda nada.
            Anaria olhou para os olhos destemidos de guerreiro mas cheios de amor e compaixão dos olhos castanhos e preocupados de seu marido. Ela mordeu o lábio inferior com medo do que iria revelar ao seu marido, mas ela não conseguia mais segurar aquele segredo terrível dentro dela, aquilo a estava enlouquecendo-a fazia muito tempo, então ela respirou fundo e contou. A reação de seu marido foi o esperado, ao escutar aquilo imediatamente ele se levantou e foi até o escritório e pegou a antiga espada presa na parede, ao tocar em seu cabo a espada velha e carcomida pela ferrugem brilhou imediatamente ao toque da mão de seu dono, a espada era do tipo de uma espada medieval com corte nos dois lados da lamina cintilante, estranhas inscrições apareceram em toda a superfície da lamina, mas ao sentir o toque da mão delicada e amorosa de sua esposa, ele virou rosto para ela e ela balançou negativamente para ele, então removendo a mão do cabo da espada ela voltou ao estado que antes se encontrava. Então ele abraçou sua esposa fortemente e com muito amor e a beijou na boca enquanto lagrimas escorriam tristemente por seu delicado e belo rosto. E naquela noite os dois se amaram como nunca.
            Na manhã seguinte. Todos já tinham se levantado as 6:30 da manhã. Os filhos estavam se arrumando para o colégio naquela manhã pacata e ensolarada. Lancelot, e os gêmeos Merlin e Morgana já estavam na cozinha se preparando para o desjejum da manhã, enquanto esperavam os mais novos se arrumarem, Gwen e Arthur. Gwen já tinha se arrumado e já estava na cozinha, mas Arthur ainda estava em seu quardo se arrumando. Raquel viu Gwen se sentando na mesa mas não viu o filho caçula:
            - Gwen!- Raquel chamou sua filha de doze anos de idade , a menina olhou a e a encarou.
            - Sim! Mamãe o que foi?- perguntou a garota de cabelos encaracolados e loiros que estavam amarrados em um rabo de cavalo muito bonito.
            - Aonde está o Arthur?- perguntou a mãe para a filha.
            - Ele ainda está apavorado pelo pesadelo que ele teve noite passada.- respondeu a menina voltando seus olhos para seu prato e começando a pegar um pedaço de mamão e colocando um pouco de aveia em cima ta fruta.
            Raquel olhou para seu marido e os dois olharam para cima. Raquel fez sinal para que José fosse para o quarto de Arthur e conversa-se com o garoto sobre o pesadelo que ele tivera a noite passada. José dobrou o jornal e o colocou em cima da mesa e subiu as escadas em direção para o quarto de Arthur, chegando lá ele bateu levemente na porta aberta para sinalizar que ele estava lá. Arthur ao ouvir a leve batida na porta aberta o garoto virá a cabeça para a porta para ver seu pai, os olhos do menino estavam vermelhos e inchados de dando chorar.
            - Oi, filho!- disse o pai calmamente para o filho que estava chorando. - Posso entrar?- perguntou o pai para o garoto que agora estava sentado na cama o encarando.
            - Pode sim!- respondeu o menino as lagrimas escorriam por suas bochechas douradas como o sol.
            - Arthur. Aquilo foi só um pesadelo, não tem nada de mais em um pesadelo.- disse o pai tentando acalmar o filho.
            - Mas .... Pai... Foi tão real.- soluçou a garoto agora olhando para frente enquanto seu pai se sentava ao lado dele. - Era como se eu estive-se lá assistindo a tudo aquilo e eu não pode-se fazer nada para salva-lo. E sem contar no brilho e na ardência da minha marca de nascença. O senhor acha isso normal?- perguntou o menino ainda assustado.
            José não sabia o que disser ao seu filho naquele momento, sabendo que Arthur e os outros quatro não eram seus filhos, mas isso ele e Raquel não tinham contado nada a eles até então. E provavelmente eles nunca iriam ter este privilégio para contar toda a historia para eles. Então José disse colocando a mão sobre o ombro esquerdo do garoto e com força uma força que não fosse forte o bastante para machucar mas forte o bastante para mostrar ao seu filho que seu pai estava lá se ele precisa-se. Mas a certas coisas no mundo que é melhor não saber do que saber. José então sorriu com ternura e confiança e disse:
            -Filho! Você vai esquecer isso não se preocupe, está bem? Vá comer e vá para a escola que isso vai ocupar sua mente e fazê-lo esquecer da noite passada.- disse José se levantando e indo até a porta. O menino se levantou e enxugou o rosto todo molhado de lagrimas e de olhos inchados, mas o menino não exibia nenhum sorriso, só exibia medo e preocupação, e passando pelo pai o menino disse sem olhar para o pai:
            - Tenho medo que o senhor e a mamãe morram.- respondeu o garoto sem excitação.
            - Arthur. Eu e sua mãe não vamos morrer só por causa de um pesadelo.- disse José com um sorriso amarelado no rosto que dentava disfarçar o medo e a preocupação que naquele momento ele estava sentindo. Os dois desceram para a cozinha e Arthur foi até a mesa junto com seus irmãos e começou a comer um pão e uma fruta e beber leite.
            Lancelot, já tinha terminado de tomar seu café da manhã e olhou para seu pai que estava em pé ao lado da mãe que estava na pia lavando a louça.
            - Pai. Nós podemos conversar?- perguntou o filho mais velho de 17 anos para o pai que o encarou olhou e se aproximou dele.
            - Claro meu filho pode perguntar- disse o pai se sentando do lado de Lancelot.
            - O que essas coisas querem disser? A marca de nascença de Arthur meu dos gêmeos e da Gwen brilhando e ardendo como se estive-se sido queimado com ferro quente e o sonho estranho que Arthur teve. O que tudo isso quer disser?- perguntou o menino mais velho assustado e preocupado com seus irmãos mais novos. Mas o pai só balançou a cabeça e respondeu:
            - A gente fala sobre isso mais tarde, está bem?- disse o pai para o filho que estava muito preocupado e curioso com isso tudo que tinha acontecido na noite passada.
            - Mas pai...-
            - Depois Lancelot. Depois a gente fala sobre isso, agora vocês tem aula. Eu e tua mãe não queremos que você e seus irmãos cheguem atrasados na escola. Depois quando vocês chegarem nós conversaremos mais sobre isso.- disse o pai batendo de leve no ombro de seu filho mais velho e com um sorriso calmo e confiante.
            Logo depois que os cinco saíram, José e Raquel se entre olharam e balançaram a cabeça em uma negativa. No ponto de ônibus, os cinco estavam comentando coisas sobre a noite passada. Arthur que estava quieto não participava do debate com seus irmão, ele estava pensativo e concentrado em seus próprios pensamentos, quanto foi que ele sentiu as costas da mão arderem como se tivesse se queimado outra vez e a marca de nascença em forma de uma espada encravada em uma rocha começou a brilhar além de arder como fogo. Arthur levantou seus olhos azuis e ainda assustados para a frente para o outro lado da rua quando de repente ele a vista um estranho homem careca, de olhos brancos, pele pálida tão pálida que lembrava a pele de um morto as veias estavam bem nítidas na pele branca do estranho homem que usava uma estranha roupa, o menino ficou estático no lugar observando o estranho homem no outro lado da rua o encarando, seu sangue gelou quando ele olhou para aquele assustador homem careca e de pele quase translúcida, mas o que chamou mais a atenção dele para o estranho e assustador homem foi a tatuagem em sua testa em forma de uma foice. O homem pálido levantou sua pálida mão para Arthur em sinal de querer pegar o garoto, mas por causa da distancia ele só ficou movimentando os dedos e abrindo a boca que exibia duas fileiras de dentes assustadoramente pontiagudos e muito afiados para o garoto, o menino vendo aquilo começou a sentir seu coração batendo muito rápido e ele sentiu o seu sangue ser drenado de sua face e mãos e um frio sobrenatural penetrando em sua pele, o garoto teu uns dois passos para trás e tropeçou no pé de Lancelot que o segurou antes do menino cai-se no chão.
            - O que foi Arthur?- perguntou Lancelot para seu irmão mais novo ao ver seu rosto sem cor e seu corpo tremendo sem controle do medo que acabará de sentir naquele momento.
            - Tem um homem estranho do outro lado da rua nos observando.- disse o menino assustado. Merlin olhou para o outro lado da rua e disse:
            - Arthur, não ah nenhum homem estranho do outro lado da rua.-
            - Para com isso Arthur, você é muito criança. Você só teve uma merda de um pesadelo e pesadelos não são reais.- disse Gwen brava por seu irmão de dez anos ainda estar pensando naquele sonho estranho da noite passada
            - Parem com isso vocês dois. O ônibus acabou de chegar, vamos logo para a escola por que hoje vocês tem prova- disse Morgana para Arthur e Gwen que eram os mais jovens dentre eles e Merlin e Lancelot já estavam dentro do ônibus a espera deles.
            No colégio, Arthur estava na aula de Educação Física jogando futebol que era um dos seus esportes preferidos, como o basquete e o vôlei. Mas naquela manhã o professor lhes falará para jogar futebol. Arthur estava jogando futebol com seus colegas de classe, Arthur era magro mas com musculatura definido e rasgado para um garoto de sua idade.  Não muito longe da quadra de esportes onde se encontrava Arthur, haviam um grupo de garotos marginalizados que só arrumavam encrenca e confusão com os outros estudantes mais novos e mais fracos. Como a quadra era aberta Arthur viu o grupo de garotos mais velhos e maiores mexendo com os mais novos, o menino loiro na quadra olhou para aquela cena e ficou olhando, o menino loiro de olhos azuis profundos começou a sentir a pele de seu rosto ficar avermelhado de raiva, o sangue a ferver com pura raiva da cena que estava presenciando naquele momento, Arthur odiava desigualdade e por isso ele perdia a paciência com facilidade.
            O menino foi até o treinador e disse:
            - Professor! O senhor não vai fazer nada, com aqueles garotos marginais?- perguntou Arthur para o professor indicando com o dedo o grupo de garotos marginais mexendo com um outro estudante.
            Ao ver aquela cena e os garotos encrenqueiros, o professor observou que o garotos marginais tinham a pele branca como porcelana, olhos vermelhos, olheiras roxas debaixo dos olhos vermelhos como de alguém que não dorme a semanas então constatou-se que aquele garotos estavam sobre efeito de drogas, mas ele não sabia de que quais drogas eles estavam sobre efeito, pela agressividade era possível que eles estivessem usado anfetaminas que aumenta a atividade cerebral e conseqüentemente aumentavam a agressividade dos usuários. Então o professor voltou-se para Arthur e disse:
         - Não se meta com aqueles garotos Arthur.-
            - Mas, professor eles estão mexendo com um aluno, eles estão batendo nele e se eles o matarem?- disse Arthur preocupado com o garoto sendo brutalmente espancado pelos meninos drogados, aquela cena só fez o menino ficar ainda mais enraivecido e com o sangue ainda mais quente, então a marca de nascença nas costas de sua mão direita começou a brilhar novamente, a ardência naquele momento era insignificante comparado com  a raiva que ele estava sentindo naquele momento, o ar começou a ficar mais agitado, o vento começou a sobrar com mais poder fazendo as folhas das árvores agitarem com mais força, o silvo do vento transpassando a quadra de esportes aberto, todos os alunos e o professor observaram está mudança subida no vento, os céus azuis agora obscurecidos por enormes nuvens cinzas que pareciam com nuvens de chuvas cinza e carregadas de partículas, moléculas e gotas de água se formando para começar a chover, mas pelo que o professor escutará na televisão e na radio, naquele dia o dia inteiro iria ser um dia azul e sem nuvens, um típico dia de verão e o céu estava azul e sem uma nuvem, mas agora parecia que uma tempestade estava se formando sobre eles naquele momento, isso tirou a atenção por um momento de Arthur e ninguém viu que a marca de nascença da mão de Arthur estava brilhando, um brilho laranja avermelhado e ficando cada vez mais intenso e mais brilhante.
            Era possível ver ao longe os relâmpagos se formando nas nuvens seguidos de perto por fracos sons de trovão, mas os relâmpagos e os trovões iam se aproximando da escola e da quadra. Quanto a tempestade se formol e os relâmpagos e os trovões chegaram na escola, a tempestade que se formara sobre a escola era tão poderosa que os raios que se desprendia das enormes e inchadas nuvens começaram a descer em direção primeiramente dos postes de energia elétricas fazendo os postes explodirem e liberando faísca conforme os postes explodiam quanto eram atingidos pelos raios, os alunos começaram a ficar assustados, o professor também estava assustado ele nunca tinha visto nada como essa tempestade em toda sua vida, era tão sobrenatural e tão violenta que foi a primeira vez na vida do professor que ele sentiu medo de uma tempestade. Mas o professor tinha que ser forte pelos alunos, ele precisava chamar os alunos para um local seguro e longe daquele ataque de raios mortais da tempestade, quando ele tomou coragem, já era tarde de mais os raios acerdaram um dos alunos em cheio, o raio desceu como uma mortífera lança mantada por deus para eliminar a todos, quando o raio atingiu o pobre menino fora tão forte e potente que foi possível observar como em uma radiografia de corpo inteiro todos os ossos do menino atingido pelo raio, milhares de voltes passavam pelo corpo do garoto que se contorcia violentamente enquanto suas fibras musculares eram arrebentadas pela violência da descarga elétrica, estourando suas veias e artérias e seus nervos eram rompidos pela poderosa descarga elétrica que atravessou o corpo do garoto levanto-o a morte instantaneamente. Mas isso não vez com que os garotos marginais parassem de espancar e de bater no pobre garoto na quadra.
            O corpo de Arthur estava começando a emanar um brilho próprio como um vaga-lume, a sensação de formigamento e calor que se concentrava nas costas de sua mão no local da marca de nascença em forma de uma espada engravata em uma rocha começara a se espalhar por todo seu corpo como se seu corpo estivesse em braças e o forte brilho que emanava da marca de nascença também começou a se radiar para todo seu corpo formando uma espécie de aura, seus olhos azuis agora com contornos dourados em volta dos azuis de seus olhos, os cabelos loiros que antes eram curtos agora se encontravam compridos e ainda mais dourado que o natural, seu magro mas com a musculatura definida começou a dar um leve tonificação e fazendo os músculos ficarem ainda mais destacados, mais definidos e mais em amostras, enquanto as gotas de chuva molhavam todos e tudo em sua volta, ele permanecia seco, como se seu corpo estivesse com uma temperatura acima de 100 graus Celsius, não tava tempo nem das gotas tocarem a superfície de seu corpo que já evaporavam formando uma leve neblina fantasmagórica ao seu redor, enquanto que o professor ajudava a pegar os alunos para não serem atingidos pelos mortais raios que desciam das nuvens de chuvas sobrenaturais, ninguém reparou no que estava acontecendo com o aluno de cabelos loiros e profundos olhos azuis.
            Era como se Arthur estivesse dormindo ou entrasse, ele não tinha controle sobre seu corpo, era como se uma misteriosa força estivesse controlando as ações de Arthur por conta própria, ele põem a bola de futebol no chão e com seu pé direito ele da um poderoso chute fazendo os músculos de suas coxas e panturrilha tarem uma leve inchada, mas a bola é disparada com a força e a potencia de uma bola de canhão que acabara de ser disparada contra os meninos marginais, os garotos que estavam espancando o outro garoto indefeso estavam tão entretidos em bater no menino que não viram a bola encoberta por uma fraca aura dourada indo na direção deles, quando uma dos meninos marginais vê a bola indo na direção deles já era tarde demais para eles o único que consegue escapar era o menino indefeso que consegue se levantar e ainda cambaleando ele corre até um muro e se esconde atrás dela para se proteger. Quanto a bola envolta pela misteriosa aura dourada atinge um dos meninos marginais, a bola libera um poderoso clarão que cega a todos que estavam por perto e provocando uma enorme explosão deslocando o ar em várias direções, espalhando terra e rochas em todas as direções, e os rapaz marginalizados tinham desaparecidos do local, no lugar em que eles se encontravam só havia uma misteriosa cratera esfumaçada. Depois disso Arthur começou a voltar ao normal, seu cabelo voltou a ficar curto, o contorno dourado de seus olhos azuis desaparecera, a luz que cobria seu corpo desaparecerá e o formigamento que tinha se espalhado pelo seu corpo também desaparecerá, e o por último o brilho e o formigamento nas costas de sua mão estava diminuindo e antes de desaparecer, Arthur viu novamente o mistérios e assustador homem de pele pálida como cera de vela, olhos brancos e tatuagem de uma foice na cabeça careca. Arthur olhou para a assustadora aparição pálida e com a tatuagem de uma foice na testa, ele sentiu novamente o suor escorrer por seu rosto,  quanto  uma gota do suor caiu sobre seus olhos fazendo ele fechá-los por um segundo, ao abrir novamente a aparição já não se encontrava mais ali, em questão de menos de um segundo a aparição tinha desaparecido do local e o brilho e o formigamento de sua mão tinham desaparecidos no mesmo instante que o misterioso homem tinha sumido.
            A misteriosa tempestade sobrenatural que tinha surgido rapidamente desaparecerá com a mesma velocidade que ela surgirá.  Quanto tudo já tinha voltado a sua normalidade, Arthur, Gwen, Merlin, Morgana e Lancelot  foram para casa sem entender o que realmente tinha acontecido naquele dia estranho. Já estava escuro, quando eles saíram da escola ao caminho de casa, ambos os cinco estavam com uma estranha sensação na boca do estômago que subia para o peito e apertava seus corações como se alguma coisa muito ruim tive-se acontecido com seus pais. Ao chegarem em frente da casa deles, viram todas as luzes apagadas e sem sinal de seus pais dentro de casa, um olha para o outro e a sensação de aperto no coração parece aumentar, eles então com cuidado começam a andar em direção a porta de entrada da casa. A porta estava entra aberta, Lancelot que estava na frente dos demais, fala:
            - Vocês ficam aqui! Se estiver tudo bem lá dentro eu chamo vocês. Mas por enquanto vocês quatro ficam aqui fora esperando o meu sinal. Está bem?- Lancelot perguntou ao seus irmãos mais novos. Os quatro acenaram as cabeças em sinal de concordância.
            Lancelot com cuidado e sem fazer muito barulho empurra a porta para dentro para terminar de abri-la, ao entrar no primeiro aposento a escuridão dominou seus olhos obscurecendo a sua vista com um negrume cegante. Ele estendeu sua mão para o interruptor ao lado da porta para poder ascender a luz para poder fazer a escuridão sumir e para que pode-se ficar melhor para enxergar por onde andava sem esbarrar nos objetos no chão. Ao ver que a luz não ascendia, Lancelot voltou para a porta de entrada para poder chamar seu irmãos.
            - Vamos entrem.- chamou ele para seus irmãos mais novos. - Alguém tem alguma lanterna na mochila?- perguntou para seus irmãos.
            - Eu tenho.- respondeu Merlin abrindo sua mochila e tirando de dentro uma lanterna de ferro que ele havia comprado para o acampamento que ele e Morgana iriam fazer no fim de semana no Bosque  Ankos. Merlin estendeu a lanterna ao irmão mais velho. Lancelot ao pegar a lanterna da mão de Merlin, ele vê um vulto passa pelo umbral da porta que sai da sala de recepção e levava para o corredor, ele liga a lanterna e iluminar o local em que ele avistará o vulto passar.
            - Todos vocês atrás de mim.- ordenou Lancelot aos seus irmãos.
            - O que você viu Lance?- perguntou Gweneviere assustada dando pela escuridão em que a casa se encontrava como pelo brusco movimento que seu irmão mais velho havia feito para poder ver o vulto passar pelo corredor.
            - parece que vi alguma coisa passar pelo corredor.- disse ele ainda iluminando o corredor.
            - Ei Lance. Ilumine aqui a parede- pediu Morgana ao Lance. O irmão mais velho virou-se com a lanterna em mãos e iluminou a parede em que Morgana e seus outros três irmãos se encontravam. Na parede se encontravam misteriosas marcas de arranhões que circundavam todo o cômodo, ao passar a luz da lanterna pelo lado esquerdo da porta que levava para o corredor, eles viram manchas e marcas de mãos feitas de sangue, Gwen, Arthur, Morgana e Merlin ficaram assustados com as manchas e as marcas de mãos ensangüentadas na parede. Gwen e Arthur pelo fato de serem mais novos eles se assustaram e começaram a chorar de medo ao verem os arranhões e as marcas de sangues deixadas na parede do aposento de entrada. Lancelot por ser o mais velhos dos cinco, ele se segurava mas ele também estava assustado com aquela cena assustadora, era como se ele estive-se em uma cena de algum tenebroso filme de terror.
            Morgana e Merlin se aproximaram de seus irmãos mais jovens e os abraçaram. Todos eles sem exceções estavam assustados e com muito medo. Lancelot foi até onde os seus outros quatros irmãos se encontravam e os abraçou também.
            - Tudo vai ficar bem. Nós cinco estamos juntos, vamos encontrar o papai e a mamãe e ver o que aconteceu por aqui.- disse Lancelot tentando ser forte para poder dar suporte e mostrar confiança aos seus irmãos mais novos. Mas no fundo ele também estava assustado e com medo do que eles poderiam encontrar pela frente.
            Os cinco irmãos seguiram pelo corredor escuro, a única coisa que iluminava o corredor escuro era a luz precária da lanterna na mão de Lancelot que seguia o caminho a frente. O corredor seguai em li reta, passando a escada que levava ao secundo andar onde ficava os quartos deles. No fim do corredor havia a porta do escritório do pai, onde saia uma fina luz da porta entre aberta. Lancelot observou pouca coisa do escritório pela fresta da porta, os mais novos não conseguiam observa nada de trás dos mais velhos. Lancelot levantou lentamente a mão livre da lanterna e empurrou a porta para abri-la, ao abrir se deparou com uma cena horripilante saída de um filme de terror.
            O escritório estava todo bagunçado como que um tornado tivesse passado por ali, livros despedaçados, moveis quebrados, objetos destruídos, papéis rasgados ainda caiam no chão. As paredes estavam rachadas, janelas trincadas e sangue ajudava ainda mais a cena horripilante e assustadora. Em frente da escrivaninha encontrava-se um corpo totalmente mutilado, as vísceras saindo do local onde antes ficava as pernas, o estranho sangue escuro escorria pelas vísceras que se espalhavam pelo chão e ligavam a parte superior com a parte inferior do corpo mutilado. Lancelot entrou seguido por seus irmãos, que ao verem a cena ficaram assustados e tremendo de medo do corpo mutilado no chão.
            - Que coisa é essa?- perguntou uma das irmãs, provavelmente Morgana quem perguntará.
            - Não sei! Não da para ver o rosto dele. Mas temo que seja o papai.- disse Lancelot sem saber o que disser para seus irmãos mais novos. Merlin ao entrar já foi direto ao corpo e puxou o rosto para poder ver quem estava no chão em frente deles. Ao chegar perto do corpo lentamente, Merlin parou estagnando o passo quanto a cabeça se móvel e encarou cada um dos cinco garotos. Todos os cinco pararam de espanto quanto a cabeça se virou para eles, o rosto do corpo era o rosto do pai deles de José.
            Quanto a cabeça se moveu e encarou eles, os olhos abertos azuis gelo os olhava um sorriso feliz e alegre mas fraco e quase sem vida apareceu nos lábios vermelhos do pai. Com uma voz fraca ele disse:
            - Lancelot, Morgana, Merlin, Gwenever e Arthur...- disse o pai que agora possuia olhos azuis e penetrantes - ...Meus filhos...- disse ele quanto um filete de sangue azul escuro escorria pelo canto da boca enquanto sorria, o sangue mais lembrava de tinta azul- ... Eu ... Gostaria muito... que eu e a mãe de vocês tivessemos  mais tempo para poder ex... explicar as coisas a vocês... cof-  ele geme e tosse quanto mais sangue sai de sua boca- ... mas meu tempo é curto...  e não vou agüentar por muito mais tempo cof...cof- ele tosse mais e mais negro sangue escorre pelos lábios e pelo queixo. Lancelot, Morgana, Merlin, Gwenever e Arthur tão um passo para trás ao ver o corpo do pai falar com eles mesmo na situação deplorável em que se encontrava.
            - ... Hum endento que vocês estão assustados.... Mas eu não tenho muito tempo...- disse José para eles. José dentava do fundo de sua alma arranjar forças para manter-se vivo o tempo suficiente para falar o que ele tinha que falar antes da chegada do guardião negro de Enbalos para levar sua alma imortal para a eterna tortura que ele prometera ao cavaleiro a muitos e muitos anos atrás.
 Com uma força inacreditavel José disse:
            - ... Eu não sou o pai de vocês... como vocês podem ver... mas isso você irão descobrir... a mãe de vocês foi a primeira a ser morta...- disse ele com uma força inacreditável vinda de algum lugar que ele desconhecia, ele estendeu a mão e apontou para um canto atrás deles. Os cinco garotos se viraram e viram com espanto o corpo despedaçado da mãe deles, mas não se parecia nada com a mãe deles, ela parecia com uma coisa meio puxado para o felino, ela ainda tinha formas humanas mas seus olhos eram olhos de gatos com fendas no lugar das circulares pupilas humana e sua íris era de uma cor azul esbranquiçada e os cabelos eram negros como a noite e cacheados. Todos os cinco não podiam acreditar que era a mai deles, mas ela tinha o rosto da mãe, ela tinha o rosto rasgado por uma enorme garra, seus braços haviam desaparecido, suas pernas também haviam desaparecido e da sua barriga havia um enorme rasgo por onde saia as vísceras  dela com um sangue verde e brilhoso. Lancelot e os demias irmãos se viram para encarar o  pai adotivo deles.
            - Quem é você?- perguntou Lancelot assustado.
            - ... Eu sou o pai de vocês...- disse José fazendo um tremendo esforço para poder ficar vivo e esclarecer pelo menos o fato dos cinco irmãos serem seus filhos adotivos-... Quero disser... sou pai adotivo de vocês...-disse ele se esforçando ao maximo para continuar falando, seu rosto começou a ficar mais pálido que parecia ser impossível de ficar, riscos escuros começaram aparecer em baixo de seus em forma de redangulos que saiam da parte de baixo dos prepulcios e desciam pelas bochechas brancas com se fossem de ceramca- ... Eu e a mãe de vocês não somos seus reais pais... éramos apenas os guardiães... que foram chamados para protege-los... do mal que assola o nosso mundo...- mas suas últimas forças já estavam se esvaindo mais depressa do que podia arranjar, ele tinha que ser rápido. Pelo menos mostras o objeto que podia lhes contar toda a historia para eles-... Eu não tenho muito tempo...- disse o homem cortado ao meio estendido no chão, quanto sentiu suas últimas forças desaparecendo de seu corpo todo pálido e cheio de riscos prestos por toda parte. José só teve forças para apontar para um velho livro, para o único livro na instantes, o livro estava intacto, mas era um livro muito velho de capa toda maltratada. Lancelot e os outros olharam para o livro que o pai tinha apontado e depois voltaram a olhar para o corpo mutilado e dilacerado do pai e da mãe que tinham começado a virar pó quando uma poderosa rachada de vento sobrenatural invadiu o escritório e sobrou seus corpo já sem vida e brilho, para além mundo transformando-os em pós e dos pós em nada.
            Os cinco garotos sentiram aquele estranho frio sobrenatural e quanto se viraram para a janela quebrada atrás da escrivaninha eles viram três dos mais grandes e assustadores lobos que eles já tinham vistos. Cada um dos três lobos deveriam ter pelo menos três metros de comprimento por dois de largura, em sua cabeça coberta por espessos pelos negros haviam três olhos, dois nos locais normais e um terceiro no meio da testa os três olhos brilhavam verdes e vermelhos emanando medo e fúria incontroláveis, suas enormes mandíbula escancaradas exibiam os maiores dentes que os cinco irmãos já tinham visto em suas vidas. Lancelot mandou que os quatro irmãos mais novos saíssem correndo, enquanto ele pegava o livro antigo da estante e saiu correndo logo atrás dos quatro. Os três enormes lobos negros entraram para dentro do escritório destruindo as paredes com seus enormes corpos e seguiram os cinco garotos para fora da casa.
Os cinco irmãos tinham acabado de saírem correndo pela porta da frente da casa quando os três monstruosos lobos negros os seguiam para fora da casa, os cinco garotos não pararam de correr, nem ousaram olhar para trás. Todos os cinco, mesmo com o medo crescente dentro deles crescendo a cada minuto que eles corriam pela rua escura do bairro em que moravam, eles não pararam de correr, eles estavam correndo o mais rápido que podiam dos enormes lobos negros, alguma coisa além do medo que eles tinham posionavam suas pernas a correrem mais e mais rápido, mesmo eles sentindo cansaço e dores fortes nas pernas eles não pararam, eles atravessaram o quarteirão e os lobos atrás destruíam tudo e todos que encontravam em seu caminho. Os cinco irmãos só pararam quanto chegaram a um terreno baldio onde havia uma antiga e estranha porta de carvalho com estranhos entalhes e ranhuras. Mas esse descanço não durou muito quando os rosnados e latidos dos três monstruosos cães negros foi bem próximo do esconderijo deles. Os três enormes lobos de pelugem negras pularam para dentro do terreno baldio onde os cinco garotos e a porta se encontravam. O irmãos ataram a correrem novamente em direção a misteriosa porta, suas pernas os estavam levam para lá como se elas tivessem vida própria. Lancelot estendeu a mão para a maçaneta dourada da maciça porta. Os três lobos correram e saltaram na direção deles cinco, Lancelot agarrou a maçaneta e antes dos três monstruosos lobos negros os pegarem. Lancelot abre a maciça porta  e ele e seus quatro irmãos atravessam para dentro da porta aberta e de onde uma estranha luz branca saia de dentro daquela estranha e maciça porta de carvalho muito antiga. Quanto atravessaram para dentro da porta a porta se fechou atrás do último que tinha atravessado e com um forte baque e pelos fortes murros solavancos dados pelos monstruosos animais a eles se viraram para olhar para a porta que tremia por mais algum estandes depois parou.
            Os cinco irmãos cansados e agora a salvos sentaram no chão olhando para a porta estranho e antiga cheia de ranhuras que eles cinco tinham acabado de atravessar. Quanto eles cinco ficaram mais calmos e relachados por estarem a salvos daqueles três monstros, é que eles perceberam que eles não estavam mais no terreno baldio.
            - Onde nós estamos?- perguntou Arthur olhando para a estranha e assustadora paisagem árida e seca do estranho deserto vermelho.

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